Ações profiláticas (mas que podem ser evitadas) no recém-nascido

Há algum tempo eu estava querendo escrever sobre algumas intervenções ou ações profiláticas praticadas rotineiramente nos recém-nascidos nos hospitais, hoje lembrei deste post, que foi escrito há algum tempo mas que diz exatamente o que eu queria falar.

O colírio de nitrato de prata (que é cáustico) é pingado nos olhinhos dos bebês assim que nascem, pra prevenir a conjuntivite gonocócica, mas é dispensável (se a mulher fez um bom pré-natal e não tem gonorréia, ou se o bebê não passou pelo canal vaginal, qual a necessidade?), e a vitamina K pra prevenir a síndrome hemorrágica do recém-nascido, pode ser ministrada por via oral, mas nos hospitais eles dão injetável. Tem também a vacina contra hepatite, mas já falei tanto de vacinas aqui… (bom, pra que dar vacina contra uma doença que só é transmitida por contato sexual ou por plasma sanguíneo num recém nascido?)

Para ler a consulta ao CREMESP clique aqui.

Será que só eu acho um absurdo virarem e revirarem, furarem um bebê que acabou de nascer?
Por isso tudo eu optei por parir em casa, mas se precisasse ser tranferida para um hospital, já tinha mais de um pediatra humanizado esperando ser chamado, a fim de evitar todos esses e outros procedimentos desnecessários, afinal, de que adianta eu parir sendo respeitada e tendo meus direitos garantidos se minha filha fosse mal-tratada no seu primeiro dia de vida?

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