"Parto do Princípio" no Jornal Amazônia

Vejam um trechinho da reportagem que contou com a participação da Thay do Grupo Ishtar Belém e da Ana Paula Gaia, ambas ativistas da “Parto do Princípio” abaixo, e leia na íntegra aqui:

“A bolsa se rompeu às 21 horas e o bebê só nasceu às 19 horas do dia seguinte. Foram 22 horas de trabalho de parto até ouvir o primeiro choro do filho. Para a servidora pública Ana Paula Gaia, a internet foi a principal ferramenta que a apresentou às modalidades de parto e informações sobre a gravidez, em especial, o parto humanizado. A partir das informações disponibilizadas na rede mundial de computadores, ela começou a frequentar grupos de apoio e participar de discussões com outras mulheres sobre a prática.
‘Minha bolsa se rompeu à noite e só fui para o hospital às cinco horas da manhã, porque não tinha necessidade de ir logo. A bolsa rompida requer um pouco mais de cuidado, mas depende muito de cada caso. Até às 10 horas da manhã, ainda não estava em trabalho de parto. A minha médica esperou entrar em trabalho no final da manhã’, relata.
Ana Paula é integrante da rede Parto do Princípio, que está presente em 16 Estados brasileiros e no Distrito Federal. A rede é formada essencialmente por mulheres que crêem na sua capacidade de tomar para si as decisões sobre o seu corpo nos processos de gestação, parto e pós-parto. Sem vínculos com profissionais, organizações e planos de saúde, a rede busca oferecer informações às usuárias. ‘São mulheres que buscam informação e orientações sobre a capacidade de parir e de amamentar. De resgatar o processo de parir’, diz.
Segundo ela, as mulheres sofrem intervenções ao serem entregues, no trabalho de parto, nas mãos de médicos e enfermeiros e, consequentemente, acabam não seguindo a sua natureza de parir. ‘Quando ela está nas mãos dos profissionais, a mulher fica o tempo todo passiva. Fica recebendo ordem e o processo de parir não é natural, leva anestesias, procedimentos cirúrgicos e isso quando ela não vai para uma cesárea. Buscamos informar que ela é capaz de parir, de se movimentar na hora do trabalho de parto. O corpo simplesmente expele o bebê e não precisa ficar sedada. Basta que ela aceite essa condição e deixe o corpo agir naturalmente. Lógico que ela precisa de liberdade e privacidade.’, explica. “

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Esta entrada foi publicada em matéria, parto do princípio, parto domiciliar, parto natural, reportagem. ligação permanente.

Uma resposta a "Parto do Princípio" no Jornal Amazônia

  1. É nóis!! =)O parto é NOSSO!!Beijos!

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