Estabelecendo limites

Como estabelecer limites – crianças até 4 anos

“Ser pai e mãe não é um trabalho politicamente correto o tempo todo. Sua família NÃO é uma democracia! É uma ditadura benevolente, na qual, você, pai/mãe trabalha como embaixador E criador das regras.

7 Passos para estabelecer limites:
1. Tenha expectativas apropriadas: é melhor remover objetos frágeis do alcance da criança do que tentar mudar a criança para desistir de tocar os enfeites e bibelôs.
2. Escolha limites que você sabe que pode reforçar: como pai e mãe, é impossível ganhar todas as disputas. É impossível fazer com que a criança coma brócolis, peça desculpas, compartilhe os brinquedos, escove os dentes, não tenha medo, use sempre o penico, etc, etc. Se você fizer de tudo um cavalo de batalha, vai acabar perdendo sua autoridade – caos e desafios virão a seguir.
3. Use frases curtas e positivas: Evite “Filha, venha aqui e guarde os brinquedos na caixa, depois de calçar os sapatos”, tente “brinquedos na caixa” e depois “sapatos agora !”. Ao invés de dizer “não corra” ou “não suba na cadeira”, experimente “aqui é lugar de caminhar” ou “cadeiras são feitas para sentar”.
4. Seja consistente. Seja consistente. Seja consistente: não mude as regras a cada dia.
5. Use a linguagem da criança para um sucesso máximo: frases curtas, repetição, voz expressiva e gestos e expressões faciais DRAMÁTICOS.
6. Evite mensagens ambíguas: Não sorria ou use uma voz melosa se está falando sério.
7. Seja criativo: alguns exemplos sobre como dar ordens a crianças desafiadoras são cochichar, fazer um som de trumpete antes de anunciar o que vem a seguir, colocar um chapéu engraçado, mostrar a ela como as meias sujas vão marchando “sozinhas” para o cesto porque não agüentam mais ficar no chão.”


Coloque a raiva pra fora!

Ajude seu filho a colocar a raiva pra fora ANTES que vire uma explosão de birra.
* 12-18 meses: mostre a ela como manifestar a frustração. Pisoteie o chão, bata palmas, balance sua cabeça vigorosamente, e encoraje-a a dizer “grrrr” quando ela está nervosa.
* 18-24 meses: faça todos os exemplos acima e deixa-a repetir: “NÃO !” ou “É MEU !” ou “PÁRA”, dependendo da situação.* 2-3 anos: num dia calmo, pratique com ela diferentes expressões faciais “mostre-me sua cara feliz… sua cara triste… sua cara brava”. Mostre a sua, para ela entender. Mostre figuras de pessoas com expressões do tipo. Procure e recorte com ela figuras de revistas das diferentes expressões faciais e monte um álbum de emoções.
* 3-4 anos: ensine a ela palavras para usar quando ela está chateada. Use figuras e pergunte: “como se sente este menino ?” “por que aquela menina está triste ?”


Três erros comuns: comparação, exagero, mágoa.

Evite comparar: “seu irmão faz, por que você não faz ?”. Focalize somente na atitude daquela criança, as dos outros não vêm ao caso.
Evite exagerar: não diga “você NUNCA faz…” ou “você SEMPRE desobedece”. Mesmo que sejam verdadeiros (raramente são), desmoralizam a criança e causam ressentimento. Use frases do tipo “você e eu”, “quando VOCÊ grita comigo, EU me sinto triste”. Ou então dê à criança a oportunidade de corrigir uma ação “você geralmente guarda os brinquedos, acho que hoje deve ter esquecido”.
Evite palavras que magoam: Se estiver aborrecido, critique a AÇÃO do seu filho, nunca O SEU FILHO. Não diga “você é feio porque bateu no amigo”, mas “bater é feio”.

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