Viajar de avião com bebês

Viajar de avião com bebê: experiências e dicas de mães que já passaram por isso!

Eu achei tão legal e tão útil essa discussão que resolvi resumir as dicar num único texto e publicar aqui!

A reserva do bebê deve ser feita junto com a da mãe e é possível solicitar um berço, sem custo adicional.
Depois de muita confusão (por conta da desorganização da TAM), uma família finalmente embarcou com o berço assegurado. O berço suporta ate 11kg e fica colado à parece, bem diante das primeiras poltronas da classe turística.
O bebê também tem direito a bagagem (na Tam, uma bagagem de mão mais um carrinho ou um bebê-conforto).

A mãe com bebê tem prioridade no check in. E se der algum problema com o vôo, atrasos, remanejamentos, também tem prioridade para o atendimento, deslocamento a hotel (se for o caso) etc.

No check in, peça para ser colocada na primeira poltrona, pois ajuda bastante saber que ninguém vai deitar o banco e diminuir o espaço. A fila “A” nunca pode ser reservada diretamente pelos passageiros, eles guardam justamente para idosos, bebês de colo, pessoas com dificuldade de locomoção. Só não vão te deixar sentar ali se já tiver um bebê de colo em uma das poltronas do mesmo lado, pois eles sempre têm apenas uma máscara a mais em cada lado de cada fileira.

Outra coisa que pode ser legal é ir para uma poltrona mais pra trás da aeronave, que não tem ninguém do lado, pois fica mais à vontade e com mais espaço.
A mala do bebê pode ficar aos pés da mãe e guardar os demais volumes para não ficar confuso, apertado.

Para evitar a pressão no ouvido, amamente na decolagem e aterrissagem. Se o bebê estiver dormindo, coloque o dedinho dentro da boca para fazê-lo sugar.

Na partida, o ideal é que você enrole até a hora que a tripulação disser “tripulação, decolagem autorizada”, pois mesmo depois que entrar no avião, ainda ficam um tempão em solo, com todos aqueles procedimentos, fila dos aviões que vão sair etc.

Lá em cima, se precisar trocá-lo, cuidado pois o trocador é num espaço pequeno, eles podem bater a cabeça caso haja uma turbulência, além do que pode espirrar urina na parede… se der pra esperar, melhor.

Não é costume pedirem carteira de vacinação, mas tem que viajar com o registro de nascimento.
Para viagem internacional sem um dos pais, precisa de autorização bem específica do pai ausente.

Quanto ao sling, em São Paulo, não houve registro de problemas, sempre passou no raio X, mas em aeroportos como Curitiba, Maringá e Campinas, implicaram e a mãe teve que tirar o bebê do sling.

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